Para entender e preservar a cultura, a história e a memória da cidade, as secretarias de Educação e Turismo e Cultura do município, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e apoio do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), estão realizando o Seminário de Educação Patrimonial, com mesa redonda e oficinas pedagógicas.

Com o intuito de mobilizar e sensibilizar a população e educadores para o conhecimento do patrimônio cultural teresense, na sexta (17) acontece a mesa redonda “Educação Patrimonial de Santa Teresa-ES: reinventando as relações com a cidade, sua história e memória”, a partir das 18 horas, na Casa da Cultura.

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No sábado (18) pela manhã os participantes percorrerão vários espaços do centro histórico da cidade, com oficinas pedagógicas, abordando a apropriação e valorização do patrimônio cultural local.

A visitação irá até a praça Augusto Ruschi (Jardim) onde será contada a história do Patrono da Ecologia do Brasil. Logo depois eles irão ao Instituto Nacional da Mata Atlântica / Museu Mello Leitão conhecer o acervo documental de Ruschi e os prédios históricos do parque. Em junho o Museu completará 70 anos de história.

“Esta oficina tem como objetivo compreender a preservação do patrimônio através do tempo e estabelecer as semelhanças e diferenças que identificam a passagem do tempo, além de conhecer a importância do patrimônio ambiental, que mesmo com a ação do tempo e do homem, permaneceu resguardado”, explicou a coordenadora de história da Secretaria Municipal de Educação, Juliana Menegatti Martins Pasolini.

Santa Teresa é a primeira cidade de colonização italiana do Brasil, de acordo com a Lei n° 13.617/2018 e, recentemente, foi definido o tombamento do centro histórico da cidade.

Serviço:

Seminário de Educação Patrimonial

Sexta, dia 17 – Mesa redonda “Educação Patrimonial de Santa Teresa-ES: reinventando as relações com a cidade, sua história e memória”, às 18 horas, na Casa da Cultura.

Sábado, dia 18 – Oficinas pedagógicas pelo centro histórico de Santa Teresa até o Museu Mello Leitão / Instituto Nacional da Mata Atlântica. A partir das 8 horas.

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