Seminário on-line apresenta pesquisas em andamento para recuperação do Rio Doce

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Após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015, uma série de investigações científicas começaram a ser realizadas para avaliar o impacto e a mitigação da tragédia nas áreas afetadas. Pela segunda vez, o andamento de 16 estudos será apresentado no seminário de acompanhamento dos projetos selecionados no edital de apoio a redes de pesquisa para recuperação da Bacia do Rio Doce, lançado em 2016.

Devido à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), o evento será transmitido pela internet nas próximas quarta (24) e quinta-feira (25). A programação contará com pesquisas dentro dos seguintes temas: recursos hídricos, ar e solo; mudanças climáticas; fauna e flora; reciclagem e reuso de resíduos e materiais; biocombustíveis e geração de energias alternativas; instrumentos de análise de dados ambientais; além de educação ambiental, governança, impacto e estudos socioambientais.

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As 16 pesquisas foram selecionadas pelo Edital nº 06/2016 – Apoio a Redes de Pesquisa para Recuperação da Bacia do Rio Doce, que disponibiliza um total de R$ 11,25 milhões.

A chamada surgiu da parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), que ganhou a adesão da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Agência Nacional das Águas (ANA).

Programação:

Quarta-feira (24 de junho de 2020)

9 horas: [ACESSE AQUI]

– Sem o rio e sem o mar: implementação de tecnologia social de governança participativa para políticas públicas de recuperação da Bacia do Rio Doce no Espírito Santo.
Coordenador: Adrian Gurza Lavalle – Universidade de São Paulo (USP)

– Estudo de genética da conservação de espécies animais bioindicadoras da recuperação ecológica na Bacia do Rio Doce.
Coordenador: Fabricio Rodrigues dos Santos – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

– Recuperação dos habitats da mata ciliar e aquático da bacia do Rio Doce.
Coordenador: Carlos Frankl Sperber – Universidade Federal de Viçosa (UFV)

– Plantas medicinais e úteis da Bacia do Rio Doce.
Coordenador: Alberto José Cavalheiro – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/Araraquara (Unesp/Arar)

14 horas: [ACESSE AQUI]

– Contribuição para a recuperação da biota aquática do baixo Rio Doce.
Coordenador: Levy De Carvalho Gomes – Universidade Vila Velha (UVV)

– Impactos associados à lama de rejeito nos habitats marinhos e estuarinos da foz do Rio Doce: uma visão geológica, física, química e biológica.
Coordenador: Alex Cardoso Bastos – Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)

– Localização ótima de zonas de vegetação para a recuperação da bacia do Rio Doce.
Coordenador: Carlos Antonio Alvares Soares Ribeiro – Universidade Federal de Viçosa (UFV)

– Potencial de diversas espécies vegetais visando ao repovoamento da Região da Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
Coordenador: Moacir Pasqual – Universidade Federal de Lavras (Ufla)

Quinta-feira (25 de junho de 2020)

9 horas: [ACESSE AQUI]

– Uma Infraestrutura de e-Science voltada à Gestão da Qualidade de Água na Bacia do Rio Doce.
Coordenador: Joao Paulo Andrade Almeida – Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)

– Rede Candongas: Aplicação de tecnologias desenvolvidas e estudos de viabilidade técnica e econômica para a transformação e valoração dos rejeitos dragados da barragem de Candongas (Transformando o desastre do Rio Doce em oportunidades locais).
Coordenador: Rochel Montero Lago – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

– Restauração com ciência do Rio Doce: da dimensão edáfica ao sensoriamento remoto.
Coordenador: Geraldo Wilson Afonso Fernandes – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

– Rede de estudo, desenvolvimento e aplicação de tecnologias baseadas em nanomateriais sustentáveis para a recuperação das águas da Bacia do Rio Doce.
Coordenador: Ruben Dario Sinisterra Millan – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

14 horas: [ACESSE AQUI]

– Impactos dos rejeitos de minério da Samarco na biogeoquímica do solo, na biodiversidade e no funcionamento de ecossistemas na Foz do Rio Doce.
Coordenador: Angelo Fraga Bernardino – Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)

– Tecnossolos do rejeito de mineração de ferro da barragem de Fundão – Mariana (MG): Caracterização espectral, diagnóstico e modelos de recuperação edafo-ambiental.
Coordenador: Carlos Ernesto Goncalves Reynaud Schaefer – Universidade Federal de Viçosa (UFV)

– Remediação da Bacia do Rio Doce: potencial da biota aquática e terrestre.
Coordenador: Queila de Souza Garcia – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

– Potencial de recuperação da qualidade da água, sedimentos e da riqueza de espécies e biodiversidade de áreas prioritárias da bacia do Rio Doce, em Minas Gerais: uma ação integrada.
Coordenador: Francisco Antonio Rodrigues Barbosa – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

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