O prefeito Kleber Medici participou de uma reunião por videoconferência, do Consórcio CIM Polinorte, que aconteceu na quarta-feira (31), para discutir a aquisição de vacinas contra a Covid-19. Na próxima semana os prefeitos  irão decidir sobre a quantidade de doses que serão adquiridas, o modelo de aquisição e a forma de distribuição. 

A iniciativa é da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) através dos consórcios municipais, o presidente da FNP, Jonas Donizette, diz que a ideia é de um complemento, caso o Plano de Imunização Nacional não consiga suprir a demanda. “A obrigação de adquirir imunizantes é do governo federal, mas alguns estados do nordeste e do sudeste já estão se articulando para a compra de vacinas”. Frisou.

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De acordo com o presidente do consórcio Cim Polinorte, Alessandro Broedel, o objetivo é orientar os municípios a assinarem a proposta de intenção de compra dos imunizantes a fim de garantir o direito de aquisição da vacina assim que estiverem disponíveis no mercado. Na região do Consórcio CIM Polinorte serão beneficiados, a princípio, os seguintes municípios: Aracruz, Fundão, Ibiraçu, João Neiva, Linhares, Rio Bananal, Santa Leopoldina, Santa Teresa, São Roque do Canaã, Sooretama e Colatina. 

Ao jornalista Evandro Seixas, por telefone, o prefeito de Santa Teresa, Kleber Medici, O prefeito informou que um dos objetivos do consórcio é a aquisição compartilhada de medicamentos. “Não se esta gastando dinheiro. Desde o dia 10 de março estamos buscando alternativas para  garantir que a imunização efetivamente chegue à população teresense. Se as doses da União,  repassadas ao Estado que por sua vez repassa aos Municípios forem suficientes para imunizarmos a população dos municípios que compõem o consórcio, ótimo, caso contrário,  iniciamos um planejamento estratégico para evitar a falta. A equipe técnica do consórcio já começou contato com as representantes de cada vacina e o valor vai depender da quantidade de doses. O valor será calculado com o produto batido no Brasil via aeroporto Internacional, depois a logística interna fica por conta do consórcio, cujos municípios são próximos permitindo uma maior facilidade na distribuição.  Até na quarta estaremos calculando e informando a intenção de aquisição do quantitativo de doses. Caso a União proceda à requisição administrativa os municípios consorciados não terão qualquer despesa”, esclareceu.

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