OPINIÃO: Câmara Municipal De Castelo, onde o que ainda vale é a “Lei da Troca”. O escambo e o toma lá dá cá.

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Wagner Barbosa de Oliveira é professor licenciado em Filosofia, Letras e Pedagogia.
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A democracia, que deveria ser tão bem trabalhada em nossas escolas, parece que ainda não chegou ao conhecimento do chefe do Legislativo Municipal de Castelo, pois o que está valendo é a lei do escambo. Voltamos ao Brasil Colônia, voltamos coronelismo disfarçado de voto. Ou você vota em quem eu quero, ou eu tiro a sua “assessoria”, sua base, indiretamente, peço a cabeça daqueles que estão com você.   

Não vamos falar em formação acadêmica, pois é algo que nem cabe no momento, pois em uma busca na plataforma Lattes – CNPq (Conselho Nacional de Conhecimento Científico e Tecnológico) seria perder tempo, pois não existe nada em referência ao Chefe do Legislativo Municipal de Castelo e também de muitos outros vereadores.

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Então vamos direto ao que interessa em nossa tentativa de se escrever um artigo, “texto”, reflexivo sobre a nossa atual gestão técnico administrativa da Câmara de Vereadores de Castelo, que atualmente conta com 13 membros, sendo onze do sexo masculino e dois do sexo feminino.

Ali, estamos literalmente em um campo de batalha, onde um líder tenta se impor, tentando reprimir a oposição para “maquiar” um diálogo com o chefe do executivo. Chefe do executivo este, que até meses atrás ocupava a cadeira de Presidente da Câmara e obtinha o controle da situação. Que por fatos, que a maioria já sabe, foi eleito Prefeito do Município de Castelo, devido a cassação do mandato do prefeito anterior.

O nosso texto tem por base, a divisão ocorrida na votação do projeto referente ao décimo terceiro salário dos servidores municipais de Castelo, onde em que por uma vitória de 6 a 0 o projeto passou, foi aprovado em segunda votação. Isso mesmo, uma vitória de 6 a 0 pois 6 nobres vereadores se absteram de votar. Ou seja, não se comprometeram, não tiveram posição ou coragem de se opor ao que era proposto, se eram contra ou a favor do projeto, não tendo uma ideia formada para o assunto, se iriam aceitar ou não o que era proposto? Neste aspecto o que entendo é que os vereadores que usaram do seu inquestionável direito de votar contra ou de se abster, tentaram ter lucro político dobrado, na ideia de que ficariam bem postados diante dos eleitores que eram contra o projeto. O que não aconteceu, o projeto foi aprovado da mesma forma, e eles, como Pilatos, lavaram as mãos.

Que tal falar de trajetória política de nossos gestores de Castelo?

Tanto de candidatos que aparecem do nada, de gestão técnica, de tradição familiar, de funcionário público de carreira, de sucesso profissional ou mesmo de vida acadêmica bem-sucedida.

Vocês já pararam para pensar sobre a origem política de nossos “líderes” municipais? Nosso Prefeito, sabemos que é um homem do campo com longa trajetória de trabalhos voltados para nossa população. Mas e a nossa câmara?

  • Quem são os nossos representantes?
  • O que já fizeram na vida?
  • O que já estudaram?
  • O que já desenvolveram em nosso município além das falácias de botequins.

Estamos cansados de sofistas que só querem vencer o discurso e cantar a vitória.

Vamos parar de acreditar em quem abre firma aqui, abre firma ali, tenta criar marcas mas não marca ninguém. Que é funcionário do próprio negócio que aparentemente nunca dá certo, que não tem tato para lidar com o ser humano e muito com  a humanidade das outras pessoas?  

Estafariam essas pessoas aptas a lidar com questões tão sérias em nossa Castelo?

Em discutir o nosso futuro? Sendo que, muitas das vezes, nem daqui são, são forasteiros querendo levar nossos recursos para municípios vizinhos.

Vamos ficar atentos a cada vereador, vamos acompanhar a página da câmara e as sessões e ver realmente o que estão nos preparando.

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