Atividades terão data especial, no dia 24, próximo domingo, quando serão realizadas várias ações na Praça João Acacinho, centro da cidade

A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Guaçuí está realizando ações em todas as unidades de Estratégia Saúde da Família (ESF), do município, dentro do Novembro Azul. Essas ações estão acontecendo em parceria com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), durante todo o mês de novembro, com a realização de palestras nas salas de espera das unidades e a solicitação de exame laboratorial, no combate ao câncer de próstata.

As palestras estão sendo ministradas por uma equipe multidisciplinar e, também, solicitado o exame PSA, para a população masculina acima de 40 anos de idade. “Nosso objetivo é sempre o de conscientizar os homens sobre a importância de fazer os exames que previnem o câncer de próstata, já que a doença, quando detectada de forma precoce, tem 90% de chances de cura, e a prevenção é o melhor caminho para isso”, afirma o coordenador de Atenção Primária da Saúde da Semus, Fabiano dos Santos Souza.

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Além disso, neste domingo, dia 24, a partir das 13 horas, a Secretaria Municipal de Saúde vai realizar uma ação especial, onde serão oferecidos diversos serviços voltados à saúde da população, em especial, aos homens. Haverá estandes com a solicitação do exame PSA – para homens acima de 40 anos –, aferição de pressão arterial e testes rápidos para doenças sexualmente transmissíveis (DST) – como a sífilis e Aids, feitos pelo pessoal do SAE/CTA, do município.

Abaixo assinado

No mesmo dia, local e horário, serão coletadas assinaturas para um abaixo assinado, a ser encaminhado ao Governo do Estado, pedindo a montagem de uma Unidade de Tratamento Intensiva Infantil (Utin), na região do Caparaó que, provavelmente, seria montada em Guaçuí. Este movimento – que conta com o apoio da Semus – é coordenado por Dilceia Rodrigues da Silva e Flávio Bernardo da Silva, pais de pequena Raquel que faleceu, recentemente, com três meses de idade, vítima de complicações que talvez poderiam ter sido evitadas se existisse uma Utin na região, oferecendo mais vagas para pacientes de 0 a 13 anos de idade.

A mãe de Raquel conta que sua filha estava bem de saúde e veio fazer uma consulta de rotina, numa clínica particular, onde a médica constatou algo no pulmão, o que a fez pedir um Raio X. Quando estava sendo preparada para o exame, a menina passou mal e teve uma parada cardíaca, sendo reanimada por sua médica. Contudo, o drama se agravou quando não se conseguia uma vaga, para a menina, numa Utin do Estado. Com isso, a pequena Raquel teve outras paradas e, depois de muitas horas, conseguiu ser levada para o Hospital Infantil de Cachoeiro, onde ainda ficou internada por 15 dias, mas não resistiu e faleceu.

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