A pandemia do novo coronavírus foi oficializada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 11 de março de 2020. Um ano se passou e nós ainda falamos por trás de máscaras, ainda precisamos higienizar as mãos com frequência e ainda é fundamental manter o distanciamento social.
A mudança na rotina foi grande e, ao que tudo indica, as medidas serão necessárias por um bom tempo diante dos números alarmantes relacionados à pandemia no país. O desafio colocado é coletivo, mas com vivências e impactos bastante particulares.
De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, que tem como referência os dados das secretarias estaduais de Saúde, o número de mortes pela Covid-19 no país é crescente, atingindo recordes diários. O país fecha o primeiro ano de pandemia com 273.124 mortes e 11.284.269 casos de Covid-19.
Já a tão esperada vacina segue em ritmo bem mais lento. Até o momento, apenas 4,39% da população brasileira recebeu pelo menos a primeira dose do imunizante. Os números têm como referência o dia 11 de março de 2021.
Para a psicóloga e psicanalista Mariana Rossoni Lombardi, a pandemia nos exigiu olhar o coletivo, mas sem perder de vista o indivíduo:
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Elan Costa
Elan Costa é jornalista sob o registro MTE-3512/ES e Estrategista Político. Fundador da Casablanca Comunicação e do Jornal Regionalidades. Especialista em marketing eleitoral, comunicação governamental e consultoria em licitações. Com vasta...
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