Médico do Hospital Evangélico explica o que é Urgência e Emergência

Saiba diferenciar as situações e procurar o atendimento médico adequado

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Foto: Divulgação

O inverno e a mudança de temperatura combinado às festividades da época com comidas pesadas e bebidas faz com que muitas pessoas saiam da rotina de cuidados com a saúde. Por esse motivo e aproveitando o feriado prolongado que se aproxima, é bom estar ciente sobre o que fazer e onde ir se for necessário procurar atendimento médico.

O Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) é um hospital geral que faz atendimentos de urgência e emergência, principalmente nas áreas em que são referenciados como oncologia, cardiologia e gestantes de alto risco.

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Possui um Pronto Socorro 24 horas equipado para atendimentos em que há risco à vida do paciente e um Pronto Atendimento para casos agudos, porém, com menor gravidade.

“Basicamente, a emergência é uma ameaça imediata à vida do paciente. Enquanto a urgência é também uma ameaça, porém em um futuro próximo, mas que pode vir a se tornar uma emergência se não for solucionada”, explica o clínico geral, atuante no Pronto Atendimento e no Pronto Socorro do Hospital, Adriano Munhões.

São exemplos de situações de emergência: hemorragias, parada respiratória, parada cardíaca, picadas de animais peçonhentos, agressões por arma de fogo ou arma branca, acidente automobilísticos entre outros. Todos esses casos são atendidos em Pronto Socorros por serem situações em que não há possibilidade de espera e necessitarem de assistência médico e hospitalar.

Já doenças agudas, manifestadas por sinais e sintomas como febre, diarréia, dor de cabeça, dor de ouvido, dor de garganta, dores nas costas, entre outras podem ser atendidas em Pronto Atendimento. Por sua vez esse serviço nem sempre está atrelado a um hospital, funcionando com horário determinado, pronto a atender casos de urgência.

Apesar de o Hospital Evangélico ser uma unidade equipada para atender todos os casos de urgência e emergência, o médico Adriano Munhões, esclarece que o paciente deve procurar uma instituição hospitalar em casos mais graves, que comprometam as atividades diárias. “O paciente sempre deve priorizar o atendimento ambulatorial nos postos de seus bairros em casos menos graves, como dores crônicas, febre baixa, vômito e diarreia de início recente, dores de cabeça e quadros dermatológicos.

Já aqueles que podem colocar a vida em risco, o ideal é sempre procurar atendimento em unidade de urgência/emergência”, explica.

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