No modelo híbrido, que não é obrigatório, alunos estudam uma semana na escola e outra em casa
Foto: Márcia Leal/PMCI

Em Cachoeiro, mais de 1.900 alunos do 6° ao 9° ano da rede municipal de ensino aderiram ao ensino híbrido. O quantitativo equivale a mais da metade do número de estudantes matriculados no fundamental II.

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De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Seme), desde o início das aulas presenciais, há uma semana, a adesão cresce. Isso porque mais pais e responsáveis têm comparecido às escolas em que seus filhos estão matriculados para assinar o “Termo de Manifestação de interesse pelo retorno do Ensino Híbrido”.

A secretaria explica que a opção para aderir ao novo modelo educacional ficará disponível por todo ano letivo de 2021. Para isso, basta que as famílias se apresentem nas secretarias das respectivas escolas para assinar o termo. Após a solicitação, as crianças são incluídas nos grupos de revezamento referentes às suas séries e turmas.

A Seme ressalta, no entanto, que a categoria híbrida não é obrigatória. Se a família optar, pode continuar apenas com o ensino remoto.

No modelo híbrido de ensino, os estudantes alternam uma semana com aulas presenciais e uma semana com ensino remoto, levando em conta um revezamento de turmas. Neste primeiro momento, participam do rodízio os alunos do 6º ao 9º ano.

O retorno das atividades presenciais para as demais séries e turmas acontecerá da seguinte forma: em 8 de março, para as turmas de 4º e 5º ano do ensino fundamental; em 22 de março, para as turmas de 1º, 2º e 3º ano do ensino fundamental; em 5 de abril, para as turmas da pré-escola (Pré I e Pré II) da educação infantil; em 19 de abril, para as turmas de maternal III e IV da educação infantil; em 3 de maio, para as turmas de maternal I e II da educação infantil.

Contra a Covid-19, as unidades escolares adotaram uma rotina mais cautelosa, com protocolos sanitários reforçados. Desse modo, a Seme adquiriu materiais higiênicos como frascos de álcool gel, termômetros infravermelhos e tapetes sanitizantes, que estão presentes em todas as escolas. Além disso, há um controle mais rígido de ocupação dos espaços, para evitar aglomerações e contato direto entre estudantes.

“Nós encaramos como positivo o crescimento da aceitação dos pais, porque nos preparamos para receber as crianças com o máximo de cuidado e prevenção. Acreditamos que os pais compreendem que, apesar de o ensino remoto ser bom, o convívio e a sociabilidade com outros alunos e professores facilitam a absorção de conhecimentos e crescimento cognitivo dos estudantes”, explica a secretária municipal de Educação, Cristina Lens.

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