Em entrevista a rádios do Espírito Santo, nesta terça-feira (23/06), a procuradora-geral de Justiça, Luciana Andrade, convocou os cidadãos para o “Pacto pela Vida” contra a transmissão da Covid-19 e para a participação na audiência pública virtual que será realizada na sexta-feira (26/06). A audiência tem o objetivo de discutir, debater e encaminhar medidas para o combate eficaz e eficiente à proliferação do novo coronavírus.

À Rádio Jovem Pan News, pela manhã, Luciana Andrade salientou que a população deve manter as medidas para impedir a disseminação da doença neste momento crítico. “O Pacto pela Vida é uma iniciativa de prevenção e combate à doença. É um movimento de engajamento da coletividade capixaba para que a população compreenda o momento crítico e não relaxe no uso de máscara, no distanciamento social, mantenha a higienização das mãos sempre e fique em casa”, afirmou.

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Ela destacou ainda a necessidade de municípios e o Estado questionarem o que mais pode ser feito, além das medidas já adotadas, para que se evite o avanço da Covid-19. “Sabemos que a população está cansada e começa a relaxar os protocolos, mas isso traz risco maior a todos, os óbitos aumentam”, frisou a procuradora-geral de Justiça.

No início da tarde, Luciana Andrade e o promotor de Justiça Lélio Marcarini concederam entrevista à Rádio Nova Onda, de Nova Venécia. A PGJ reforçou novamente o apelo para que as pessoas mantenham as medidas de distanciamento social e outras formas de prevenção e conclamou para a adesão ao “Pacto pela Vida”.

“Faremos uma grande audiência pública virtual, por meio de um sistema que possuímos e que também será transmitida pelo Youtube. A população vai poder registrar suas angústias, suas sugestões, mas também a adesão a esse pacto. A nossa ideia é que a população não relaxe. Nós temos a sensação de um relaxamento das regras sanitárias e pedimos a cada uma das pessoas que usem a máscaras, que façam a higienização das mãos e não se aglomerem. A gente está vendo muita aglomeração em campos de futebol, nas praças, no calçadão, nas praias e, com isso, a doença está explodindo no nosso Estado”, disse Luciana Andrade.

“Neste momento de maior criticidade, a gente tem um grande número de pessoas infectadas. Isso traz uma preocupação muito grande para o MPES, porque nós temos uma aproximação com a comunidade e queremos ser a voz da comunidade neste momento”, afirmou o promotor de Justiça Lélio Marcarini.

Ouça a entrevista à Rádio Nova Onda

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