Lean nas Emergências: consultoria no Himaba passa a ser feita por videoconferência

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A implantação do projeto “Lean nas Emergências”, do Ministério da Saúde, manteve o cronograma de reuniões no Hospital Estadual Infantil e Maternidade Dr. Alzir Bernardino Alves (Himaba), em Vila Velha. Nesta terça-feira (24), seguindo a orientação de evitar aglomerações para reduzir a possibilidade de transmissão do Covid-19, os consultores promoveram, de São Paulo, uma videoconferência com os profissionais do Himaba para discutir a programação desta semana.

Em um primeiro momento, os consultores aproveitaram o encontro virtual para discutir sobre o novo modelo dos encontros de consultoria e a preocupação de sobrecarga no serviço devido ao coronavírus. Eles sugeriram a criação de um gabinete de crise hospitalar dentro do Himaba para analisar e tomar decisões internas.

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“Com a nossa distância física vai ser mais difícil, mas precisamos dar continuidade aos trabalhos e prosseguir com a implantação do Lean no Himaba. A distância não vai ser um impedimento para que a gente faça o acompanhamento de vocês”, afirmou a especialista no projeto Lean, Angela Souza, que até o início do mês realizava encontros presenciais no hospital a cada 15 dias.

Foi discutido ainda o problema da superlotação nos serviços de emergência, que ocorre quando a quantidade de pacientes excede a capacidade de atendimento. “O problema não é o excesso nas entradas do hospital, mas os pacientes que ficam represados dentro da unidade, é uma dificuldade de fluxo interno”, explicou o pediatra emergencista do Sírio-Libanês e consultor do Lean, Marcelo Pedreira.

O “Lean”, que tem como objetivo reduzir a superlotação dos serviços de urgência e emergência, faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde e conta com  parceria do Hospital Sírio Libanês. Com o projeto, é possível reduzir a burocracia, retrabalho, etapas desnecessárias e gastos excessivos e, com isso, aumentar o acesso, promover agilidade, satisfação, eficiência e controle de riscos.

Entre as soluções apresentadas nesta terça-feira, estão a expansão do serviço de emergência, os ajustes dos fluxos de pacientes e colaboradores, a gestão de altas hospitalares e a coordenação de internações seletivas. Os colaboradores devem discutir em conjunto um plano de capacidade plena do Himaba.

A fase de acompanhamento e visita dos consultores ao Himaba vai durar cerca de seis meses. Após esse período, a equipe controla os resultados por mais 12 meses para garantir a manutenção das melhorias introduzidas.

O Himaba

Mantido pelo Governo do Estado, o Hospital Estadual Infantil e Maternidade Dr. Alzir Bernardino Alves (Himaba), em Vila Velha, é administrado desde o dia 6 de novembro de 2019, pelo Instituto Gnosis, por meio de um contrato de gestão firmado com a Secretaria da Saúde (Sesa).

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