Na manhã desta segunda-feira (01), o Hospital Materno Infantil Francisco de Assis, HIFA Sumaré, abriu 10 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral. Eles serão destinados a pacientes com conduta clínica (não cirúrgico e não COVID).

O ato de abertura contou com a presença de representantes da saúde, como o Prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, Victor da Silva Coelho, o superintende da Saúde da Região Sul, José Maria Justo, o Deputado Estadual, Marcos Mansur, entre outros.

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A abertura dos novos leitos, segundo o superintendente do HIFA, Jailton Pedroso, foi uma solicitação do Governo do Estado para desafogar o atendimento na Santa Casa, hoje referência no atendimento a COVID-19, e também a região Sul por meio da Central de Regulação de Vagas.

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“Queremos fazer o melhor pra essa estrutura. Como a maternidade mudou em Cachoeiro de Itapemirim o conceito de humanização e da assistência, nós também queremos fazer um diferencial técnico e humano aqui nessa nova estrutura”, ressaltou Jailton.

Segundo o superintendente da Saúde da Região Sul, José Maria Justo, a necessidade de leitos de UTI para casos graves continua grande. “Por isso a importância da abertura desse espaço, para que a população não fique desassistida e em paralelo seja dada a assistência devida às instituições que precisam de suporte para atender mais pacientes com diagnóstico de COVID-19”, explicou.

O prefeito Victor da Silva Coelho aproveitou para agradecer o esforço e empenho da equipe do HIFA por finalizar as obras em tempo recorde. “Só temos a agradecer pelo esforço que todos estão fazendo e pela união com o governo e também com outras entidades filantrópicas. A qualidade técnica e profissional do HIFA se mostra nos resultados que acompanhamos com frequência. Nós temos muitas barreiras a vencer ainda, mas acredito que juntos, com o empenho da população vamos passar por tudo isso da melhor forma possível”, finalizou.  

Os pacientes que ocuparão os novos leitos abertos terão critério de entrada, portanto, não vão interferir, nem colocar em risco os atendimentos da maternidade, neonatologia e pediatria.

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