As mudanças no Hospital Estadual de Urgência e Emergência “São Lucas” estão presentes também ao âmbito acadêmico, com a chegada de estudantes de Medicina dos últimos períodos da graduação, os internos e de médicos já formados em fase de especialização, os residentes. Ao todo, o hospital recebe 92 internos e 34 residentes de Cirurgia Geral, Ortopedia e Radiologia. Os estudantes são supervisionados pela equipe do hospital e cumprem a carga horária segundo a escala vigente.

A coordenadora do Centro de Extensão e Pesquisa do Hospital, Aparecida Talule, explicou que as faculdades de Medicina localizadas na Grande Vitória, entre elas, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Emescam, Multivix e a Universidade de Vila Velha (UVV), firmaram a parceria com o hospital no intuito de ampliar a formação dos estudantes. Os hospitais que já dispõem do programa de residência contam com o hospital São Lucas para expandir o território de atuação dos residentes, que passa a ter uma experiência na referência em trauma para a Região Metropolitana — principal hospital para o atendimento às demandas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192)  e Corpo de Bombeiros Militar (CBMES).

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“Ao recebermos alunos e residentes, estaremos colaborando para a formação do profissional. Junto à formação deste profissional, estimularemos os nossos preceptores a continuarem se atualizando, o que favorece a qualidade dos serviços prestados. E, claro, estamos ainda colaborando para o desenvolvimento de um País que irá contar com futuros profissionais mais capacitados”, frisou a coordenadora Aparecida Talule.

Para Alexandre Bittencourt, diretor técnico da instituição, a presença de internos e residentes permite um ambiente de aprendizagem, reforçando a importância de manter a equipe atualizada para colaborar no processo de ensino.

“Os residentes estão em uma fase de aperfeiçoamento da profissão. Já são médicos e trazem consigo o que há de mais atual e uma vontade muito grande de colocar em prática o que estudam na teoria. Enquanto os internos ainda estão na faculdade, mas já nos últimos períodos, portanto, são curiosos e têm sede de aprender, o que é ótimo para o hospital, que ganha em promoção de conhecimento”, explicou Bittencourt.

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