Governo diz que retirada do Brasil de lista dos EUA não causa prejuízo

Secom diz que Brasil está usando mudanças a seu favor

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President Donald Trump and visiting Brazilian President Jair Bolsonaro speak during a news conference in the Rose Garden of the White House, Tuesday, March 19, 2019, in Washington. (AP Photo/Manuel Balce Ceneta)
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A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República divulgou em seu Twitter na noite desta terça-feira (11) postagens sobre a posição norte-americana de rever a lista de países em desenvolvimento, retirando o Brasil dessa categoria.

Segundo os tuítes, a decisão dos EUA “não causa prejuízos ao Brasil”. “A medida do governo norte-americano é pontual e específica e tem como objetivo combater eventuais subsídios desleais que podem ser adotados por outras nações.”

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A decisão dos Estados Unidos de rever sua lista de países em desenvolvimento não causa prejuízos ao Brasil. A medida do governo norte-americano é pontual e específica e tem como objetivo combater eventuais subsídios desleais que podem ser adotados por outras nações.

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Em um segundo tuíte, a Secom reitera que a “decisão norte-americana não afeta em nada a vida dos brasileiros”. “Não há chance de haver prejuízo financeiro ou comercial ao país, uma vez que não há em curso nenhuma queixa ou investigação por parte dos norte-americanos em relação a subsídios a produtos brasileiros.”

A Secom destacou que o Brasil há previsão de que ocorra nenhuma queixa ou investigação contra o Brasil nos próximos anos e que o país “vive novo momento”. “Nossa economia está sendo modernizada. A intervenção estatal foi trocada pela liberdade econômica. O Brasil pratica política econômica alinhada com as melhores práticas do mercado.”

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Portanto, a decisão norte-americana não afeta em nada a vida dos brasileiros. Não há chance de haver prejuízo financeiros ou comercial ao País, uma vez que não há em curso nenhuma queixa ou investigação por parte dos norte-americanos em relação a subsídios a produtos brasileiros.

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Também não existe previsão de que isso ocorra nos próximos anos. O Brasil vive novo momento. Nossa economia está sendo modernizada. A intervenção estatal foi trocada pela liberdade econômica. O Brasil pratica política econômica alinhada com as melhores práticas do mercado.

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Em seguida, na rede social, a Secom ressalta que, além do Brasil, mais 24 países perderam o status de países em desenvolvimento, incluindo China, Índia e Argentina. “O Brasil, porém, soube se antecipar, e está usando as mudanças em seu favor.”

A Secom lembra que, durante a visita aos EUA, em 2019, o presidente Jair Bolsonaro negociou com o presidente norte-americano Donald Trump, o apoio dos Estados Unidos “à candidatura brasileira à OCDE, grupo dos países ricos, onde o Brasil poderá alcançar grandes benefícios econômicos.”

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Cabe ressaltar que além do Brasil, outros 24 países, incluindo China, Índia e Argentina, foram retiradas da lista de nações com status de países em desenvolvimento. O Brasil, porém, soube se antecipar, e está usando as mudanças em seu favor.

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Durante visita aos EUA, no ano passado, o presidente @jairbolsonaro negociou com o presidente @realDonaldTrump o apoio dos norte-americanos à candidatura brasileira à OCDE, grupo dos países ricos, onde o Brasil poderá alcançar grandes benefícios econômicos.

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Em seguida, a Secom informa que os Estados Unidos reconhecem o Brasil como um aliado prioritário fora da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). “Além da compra de armamentos, os aliados extra-Otan podem desenvolver projetos com o Pentágono, receber treinamentos militares e colaborar em ações contra o terrorismo.”

A Secom também destacou, no último tuíte sobre o tema, que a boa relação entre os dois países foi fundamental para que o Brasil não “tivesse o aço e o alumínio sobretaxado, como ocorre com outras nações do mundo.”

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Os EUA reconheceram o Brasil como aliado prioritário fora da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Além da compra de armamentos, os aliados extra-Otan podem desenvolver projetos com o Pentágono, receber treinamentos militares e colaborar em ações contra o terrorismo.

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A boa relação entre Brasil e EUA também foi fundamental para que nosso País não tivesse o aço e o alumínio sobretaxado, como ocorre com outras nações do mundo.
Fonte: Presidência da República

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