Atualmente, os pais de crianças em idade escolar estão em busca de modelos educacionais que fogem ao padrão tradicional. Diante disso, a escola bilíngue Maple Bear, trouxe uma nova proposta a Cachoeiro de Itapemirim, implementando o padrão canadense de ensino desde 2017.

“A ideia ocorreu durante uma busca para matricular meus filhos, em escolas que atuassem com um modelo diferenciado”, contou Fábio Bortolini, um dos sócios da escola. A Maple Bear, de Cachoeiro de Itapemirim, utilizou o financiamento do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) para ampliar as instalações e, atualmente, é uma das melhores escolas do sul do Estado. 

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O legado da educação

“Acredito que a educação é algo primordial e o maior legado que os pais podem deixar para os filhos. Assim que meus filhos entraram na idade escolar, iniciei a procura por escolas e me deparei apenas com modelos tradicionais. No entanto, estava em busca de uma dinâmica de estudo mais atualizada e que preparasse as crianças para o futuro. Acabei matriculando meus filhos em algumas escolas, mas não consegui criar uma identidade”, pontuou o empresário.

Bortolini viajou para São Paulo e durante uma conversa com um amigo, conheceu a franquia. Depois de muita pesquisa, ele resolveu conhecer a experiência presencialmente. “Passei dois dias conhecendo o ensino da escola e conversando com os consultores. Saí de São Paulo já com tudo fechado para implantar a escola em Cachoeiro”, diz.

Para agilizar o início do negócio, Fábio Bortolini alugou um espaço. “Comecei em um lugar pequeno, mas sabia que, com o crescimento, teria que ir para um ambiente maior, até mesmo para as pessoas acreditarem no projeto”, relatou.

Neste momento de expansão, Fábio precisava de um banco que acreditasse no projeto da escola e viabilizasse esse sonho. Diante disso, recorreu ao financiamento do Bandes para a sede da escola. “O Bandes foi realmente a nossa virada, conseguimos um valor que foi o suficiente para montarmos a escola em um ambiente maior. Então, à medida que as crianças estudavam na casa alugada, a escola tomava corpo até a transição definitiva para a sede”, destacou Bortolini.

Crescimento sólido

A escola Maple Bear tem crescido de uma forma contínua e consolidada e foi uma das empresas recentemente visitadas pela equipe de Negócios do banco. “Temos ido aos clientes de todo o Estado e conversado para avaliar, não só a satisfação com o crédito, mas também buscar conexões para melhorar o empreendimento, como apoio em licenciamentos, acessos rodoviários, adensamento de cadeias produtivas e apoio a fornecedores”, destaca o diretor de Negócios do banco capixaba, Marcos Kneip Navarro.  

Ainda de acordo com Fábio Bortolini, a escola tem tido um retorno muito positivo dos pais e da sociedade. Além de atuar com o modelo bilíngue, a instituição tem a proposta de acompanhamento socioemocional com um serviço de Psicologia Educacional, acompanhamento nutricional, serviços de Odontologia Educacional e projetos de tecnologia voltados para a inovação.

“A alimentação dos alunos é feita somente com produtos orgânicos. Além de práticas sustentáveis, como captação da água de chuva, estamos implantando um projeto de energia solar. Temos um biodigestor, onde os resíduos são reutilizados e transformados em gás, que sustenta a cozinha”, pontuou.

Ainda segundo o sócio proprietário, com os avanços tecnológicos, um dos objetivos da escola é incorporar Programação e Robótica. “Para o próximo ano, a proposta é incluir um terceiro idioma na nossa grade curricular”, planeja.

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