Há quem diga que é sorte, outros que ele tem sete vidas, no entanto, para quem entende de uma boa articulação política diria que o atual prefeito de Castelo, Luiz Carlos Piassi (MDB), é mesmo um político poderoso “perdido” no interior do Estado.

Após sofrer derrota no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) que, por unanimidade, cassou seu mandato e do vice, Pedro Nunes (PSDB), em março do ano passado, Piassi recorreu ao Supremo Tribunal Eleitoral (STE).

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Anulação do diploma da chapa Piassi/Pedro se deu por conta de uma ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Eleitoral, levando-o então a perder seus direitos políticos por oito anos.

Em 2016, Piassi conseguiu no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) uma liminar para concorrer novamente a eleição, o que caiu por terra um dia após sua vitória nas urnas, motivando então o Ministério Público e o então candidato à prefeitura de Castelo pelo PSB, entrarem com recursos no TRE pedindo a cassação do mandato.

De acordo com o processo nº 0000498-03.2016.6.08.0003 o caso de Piassi no Tribunal Superior Eleitoral foi, no último dia 17 de junho, para o gabinete do então ministro Luiz Roberto Barroso.

Há quem diga que o processo não saia a tempo e Carlos Piassi consiga concluir seu mandato, no entanto, tudo o que se sabe até o momento é que o destino de Piassi está agora, nas mãos de Barroso.

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