As afirmações de Fabriano Peixoto de Oliveira, presidente da Associação dos Servidores Públicos Efetivos de Marilândia (Aspemm), na Tribuna Livre da Casa de Leis,  vem gerando polêmica e desconforto para o executivo.

Recentemente o presidente da Aspemm colocou em cheque a Câmara de Vereadores pedindo o andamento da CPI e o afastamento do prefeito Geder Camata.

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Na última sessão a mesa diretora preparou um decreto estabelecendo regras para o uso da tribuna livre, uma delas não permite o uso da Tribuna mais de uma vez no espaço de 3 meses.

Para Fabriano, o decreto visa censurá-lo. Nas redes sociais ele chama a ação da Câmara de crime contra a democracia e diz que têm um acordão para gerar tanta impunidade.

Para o vereador Adilson Reggiani (DEM), o agendamento da Tribuna Livre é uma competência do presidente, que tem que definir o uso. “Esse decreto visa impedir pessoas como o Fabriano de falar, sou contra. imagina se um Líder comunitário necessitar fazer uso da Tribuna toda semana, agora não poderá mais?”, questionou. 

Denúncias de Improbidade 

No início do mês, no último dia 07, o presidente da Associação dos Servidores Públicos Efetivos de Marilândia (Aspemm), Fabriano Peixoto de Oliveira, causou polêmica ao usar a Tribuna Livre da Câmara Municipal de Marilândia, quando fez duras críticas ao legislativo por não dar sequência à CPI que apura improbidade do prefeito Geder Camata com pedido de afastamento durante as investigações. Alterado, um vereador chegou a sair da sessão.

Na ocasião Fabriano contou que o prefeito teria feito diversos conchavos e acordos políticos para se eleger e acusa a administração de improbidade, peculato e nepotismo.

Disse ainda que o uso da tribuna estava sendo “boicotada” para ele, pois o requerimento havia sido feito há mais de 30 dias.

Em sua fala, Fabriano também chegou a dizer que a CPI foi parada por conta da liminar conseguida pelo advogado Helio Maldonado que por sua vez também é parte integrante das denúncias, acusado de receber cerca de R$ 38.000,00 reais de forma indevida. Segundo ele um “acordão” garante que os responsáveis continuam impunes.

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Elan Costa
Elan Costa é jornalista sob o registro MTE 3512/ES, articulista, marqueteiro político e estudante de direito. Atuou na Gerência de Jornalismo e Relações Públicas da Prefeitura de Guarapari, trabalhou como Jornalista Correspondente do Jornal A Tribuna, no Noroeste do ES, foi coordenador de comunicação na Câmara Municipal de Santa Teresa, assessor de comunicação na Amunes - Associação dos Municípios do ES -, e assessor político em diversos órgãos. É marqueteiro político, tendo atuado na campanha eleitoral para prefeito, em 2016, para deputado estadual em 2018, e novamente para prefeito e vereadores, em 2020. É fundador e proprietário do Jornal Regionalidades.

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