Cachoeiro de Itapemirim avança no processo de revisão do seu Plano Diretor Municipal (PDM) com a realização de nova audiência pública, nesta quarta-feira (18). Será às 19h, no plenário da Câmara de Vereadores, com o tema “Diagnóstico da Realidade do Município e Diretrizes do Desenvolvimento Urbano”.

O evento marca a conclusão da segunda fase do trabalho de atualização da lei, que rege o desenvolvimento e a expansão do município.

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Na ocasião, serão apresentados os resultados dessa etapa, obtidos por meio das contribuições prestadas pela população durante as 18 reuniões comunitárias e setoriais realizadas nas diferentes regiões do município, inclusive no interior, e, também, por meio do formulário eletrônico disponibilizado no Espaço Plano Diretor, no site da administração municipal (www.cachoeiro.es.gov.br).

Além da presença dos representantes locais escolhidos pela própria população, durante as reuniões presenciais, os cidadãos poderão participar da audiência pública para que avaliem os resultados produzidos até o momento, proponham sugestões e novas contribuições para o novo PDM.

“Com essa audiência, concluiremos a fase de diagnóstico, levantamentos que embasarão as próximas etapas do processo de revisão. Por isso, a participação da sociedade é muito importante, a fim de se verificar as informações prestadas, analisando a forma com que foram abordadas e, inclusive, para sugerir a inclusão de novos temas que precisarão ser tratados pelo PDM”, destacou o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Jonei Petri.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, a mobilidade urbana, por exemplo, é o escopo de diversas contribuições populares recebidas, que apontaram o transporte coletivo e as calçadas como temas mais importantes nesse eixo, cujas diretrizes também serão fornecidas pelo PDM. Na área ambiental, identificou-se a necessidade de que o tratamento e recuperação das nascentes sejam contemplados no novo plano.

O PDM

O Plano Diretor Municipal define normas legais de ocupação do território, tendo impacto direto na instalação de empreendimentos e residências, dentre outros aspectos. A sua atualização deve ser feita a cada dez anos.

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